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“The best european band”, diz Thurston Moore. E Mike Patton também afirma: “undoubtedly one of the best live-acts that you can see”.
A Associação Terapêutica do Ruído apresenta L’Enfance Rouge, mítica banda da cena independente europeia.
Nasceram em Berlim e cresceram via Borj El Khadra, editaram 12 álbuns desde 1995 e deram mais de 1800 concertos por todo o mundo: de Vilnius a Tbilissi, de Swinoujcie a Zanzibar, de Paris a Siracusa; em festivais internacionais, salas de concertos, bares ou em campos de refugiados croatas e eslovenos durante a anteantepenúltima guerra.Os L’Enfance Rouge vêm pela terceira vez a Portugal para apresentar o seu mais recente álbum “Bar-Bari”, depois de terem participado na edição de 2009 do Festival Músicas do Mundo (Sines) e após terem regressado no início deste ano para uma actuação inesquecível no Festival Terapêutico do Ruído em Lisboa.
“Os L’Enfance Rouge não são franceses, como dizem por aí. Não são italianos, como sugerem os nomes Locardi e Andreini, a secção rítmica. Não são europeus, como disse o Thurston Moore quando lhe chamou uma das melhores bandas do velho continente. Não são tunisinos, como podia indicar o álbum anterior e a formação com que chegaram há dois anos a Sines. Os L’Enfance Rouge são uma raça alienígena proveniente de um planeta longínquo. Planeta de cujo o mais insigne espécie até cá chegado dá pelo nome de Steve Albini, compreendem? São daquela sociedade em que as crianças aprendem Black Flag na creche, Swans na primária e Big Black no ciclo, enquanto em simultâneo resolvem de cabeça inequações de 967º grau. Na verdade, os L’Enfance Rouge não existem. Ontem, no encerramento do Festival Terapêutico do Ruído, o que houve foi uma magnífica alucinação colectiva que vai ser motivo de conversa para muitos anos.” Vítor Junqueira in Juramento Sem Bandeira
http://www.enfancerouge.net

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Posted by terapiadoruido on Outubro 26, 2011 in Sem categoria.