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| Zona Franca @ Bartô, Lisboa | 23 Fevereiro (qui) |
Associação Terapêutica do Ruído apresenta:
MAG
(one woman band – Suécia)

MAG trabalha com loops de trombone, megafone, voz, guitarra e ruídos circundantes. A sua música é construída a partir do zero. Do mais pequeno e simples elemento vai crescendo até chegar a uma gigantesca e distópica orquestra lo-fi, que por vezes é contida e sugestiva e por outras caótica e selvagem.
MAG (aka Magadalena Âgren) tem estado envolvida desde 1995 em diversas bandas como os Surplus People, os Good Morning Sweden, os Maggot e os Jurassic Jesus, com os quais fez várias digressões pela Escandinávia e pelo resto da Europa. Actualmente está mais concentrada no seu projecto a solo, mas continua a tocar com as bandas SORK, Trapped in a Loop e Snöft.
Como MAG, Magdalena fez digressões pela Escandinávia, Polónia, Alemanha, Canadá e E.U.A. e tocou com músicos e bandas como: Lighting Bolt, Legendary Pink Dots, Trumans Water, Ora Cogan, Wildbirds and Peacerums, Skull Defekts, etc… Vem agora pela primeira vez a Portugal…
“Ela fez a primeira parte do nosso concerto em Malmö e eu ainda estou a tentar tirar o meu queixo do chão, depois de o ter andado a arrastar pelo caminho todo de regresso à Holanda. Ela é maravilhosa e incrivelmente inventiva… Não há palavras suficientes!” – Edward Ka-Spel, Legendary Pink Dots
http://soundcloud.com/magdalena-agren
http://ms.stubnitz.com/content/mag-swe
http://www.facebook.com/photo.php?v=10150380960282343
http://vids.myspace.com/index.cfm?fuseaction=vids.individual&VideoID=43061818
http://www.youtube.com/watch?v=ML0ZMO60JLg
http://www.myspace.com/video/vid/57329914
S for Seward
(power duo experimental – portugal)

Netos bastardos de Joan Vollmer, os S for Seward vivem exilados desde os anos 70 entre a Mouraria e Interzone. O longo exílio pelo underground lisboeta possibilitou o consolidar do conceito criativo de preguiça automática, sistema que se baseia em grande medida numa não participação nos circuitos e tendências culturais, sejam eles mainstream ou alternativos.
As primeiras aparições em público iniciaram-se já em 2011 em “não palcos” e com diversas colaborações musicais e oratórias ou videográficas. Começaram por interpretar as partituras perdidas do grande compositor W. S. Burroughs, criando paisagens sonoras em tempo real para o universo criativo deste autor.
O estilo musical pode-se definir como um cut-up automático avant garde minimal de improvisação beat.
O duo é constituído por Bernardo Álvares (contrabaixo e electrónica) e Jorge Nunes (percussão e manipulação de objectos).
http://soundcloud.com/sforseward
http://www.youtube.com/user/festimnu/videos

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