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Esta quarta-feira (11 de Novembro) às 23h continua o ciclo de música improvisada da ATR no Damas com concerto do duo Pedro Sousa & David Maranha, seguido de dj set de Samo =! (+ info em baixo e aqui)

E no sábado (14 de Novembro) às 19h termina o Ciclo Três Três Três na Zaratancom actuações do duo de guitarristas Henrique Diaz (dos Baoba Stereo Club) eJorge Nuno (dos Signs of the Silhouette), da dupla audiovisual concon, do projecto O Morto de Mestre André e com artwork de Lucas Almeida! (+ info em baixo e aqui)

Nesse mesmo dia (sábado, 14 de Novembro) há também “A Besta e o Muro II”, a segunda edição deste evento organizado pelo colectivo/editora A Besta e pela promotora Cultura no Muro na SMUP na Parede, que conta com o apoio da ATR e com as actuações de a-nimal, Da Monstra, Subasement, Yan-Gant Y-Tan & 666mfRas e os estreantes Verme e Bleandante! (+ info aqui)

Na próxima semana há a estreia em Portugal do grupo berlinense de noiseBATALJ, que toca na Cave 45 no Porto no dia 16 de Novembro (segunda-feira) com Bezbog & Kikas e no Disgraça, novo centro DIY em Lisboa no dia 17 de Novembro (terça-feira) com os infames dUASsEMIcOLCHEIASiNVERTIDAS! (+ info em breve)

E em Dezembro teremos a estreia do duo alemão de math-jazz-rock Jealousy Mountain Duo (dia 7 de Dezembro no Disgraça com o novíssimo duo franco-suíço de cyber-grind Desflorestação), mais uma sessão do ciclo de música improvisada da ATR no Damas (dia 10 Dezembro com o trio Gabriel Ferrandini, Hernani Faustino e Manuel Mota e dj set de Sabrez), o regresso da dupla canadiana de ambient-metal Nadja (dia 17 de Dezembro no Lounge) e ainda o início de um novo ciclo da ATR na Zaratan (no dia 19 de Dezembro comAidan Baker dos Nadja e Söll)! (+ info em breve)

quarta-feira | 11 de Novembro | 23h

Pedro Sousa & David Maranha (pt)
Samo = (dj set)

Damas
Rua da Voz do Operário, 60 – Lisboa
entrada livre

Pedro Sousa & David Maranha serão os intervenientes desta segunda sessão do ciclo de concertos ATR dedicado à música improvisada no Damas.
David Maranha notabilizou-se com os seus Osso Exótico e tem sido uma personagem singular no meio de improvisação português, colaborando regularmente com inúmeros músicos, nomeadamente com a violoncelista Helena Espvall, com quem lançou recentemente o incendiário álbum “Sombras Incendiadas”.
Pedro Sousa, a par de Gabriel Ferrandini, com quem tem um duo, é um dos mais activos improvisadores da nova geração. Pode igualmente ser visto a tocar a solo, no trio com Miguel Mira e Afonso Simões ou na mais recente encarnação da banda-apocalipse CAVEIRA.
Vai-se poder ouvir um drone apoteótico pelas mãos e sopro destes dois reconhecidos músicos da cena portuguesa, que vão tanto beber à contenção que caracteriza este género como à imprevisibilidade da improvisação livre, à potência do noise e ao groove do jazz.

E depois do concerto a noite continua com dj set dos multi-latitudinais Samo =.

sábado | 14 de Novembro | 19h

Henrique Diaz & Jorge Nuno (br/pt)
concon (pt)
O Morto (pt)

Ciclo Três Três Três #3
Zaratan
Rua de São Bento, 432 – Lisboa
entrada: 3 euros

Organizado pela Associação Terapêutica do Ruído em parceria com a Zaratan e a 1359 o Ciclo Três Três Três apresenta um conjunto de concertos, performances sonoras e experiências auditivas de artistas nacionais e internacionais. O ciclo é composto por três sessões, três actuações por cada sessão, para as quais são criadas e impressas três risografias de autor. O artista convidado para esta sessão é Lucas Almeida.

«Tentar colocar um rótulo a Henrique Diaz, é talhar e menosprezar a diversidade sonora que se pode criar com meia dúzia de cordas. Música solta, despida de preconceitos e de mão dada com o improviso.
Fundador do quarteto de jazz brasileiro Baoba Stereo Club, do projecto Coalhado e mais recentemente do projecto ToTi com o multi-instrumentalista Maurício Takara, Henrique segue as suas raízes brasileiras fazendo da sua música um reflexo do seu país, a combinação irresistível de ritmos latinos à representação musical do lema “Ordem e Progresso”.
De curta passagem por Lisboa, Henrique junta-se a Jorge Nuno, guitarrista dos Signs Of The Silhouette, para um concerto único que visa chocar o rock experimental com os sons que trouxe na bagagem de Sampa.»
(by Carlos Sol)

«O projecto “concon” é, por entre uma vasta e por vezes incipiente “moda” de complementar com imagem músicas que têm, elas próprias, um forte carácter imagético, um dos raros ensembles a utilizar, em igual destaque, ambas as linguagens.
Os “concon”, nome utilizado para designar “peixe voador” em São Tomé e Príncipe, país no qual o projecto surge no contexto de uma residência artística, são a interacção entre o som gerado por uma parafernália de sintetizadores e outros objectos analógicos, da responsabilidade de Jorge Nunes, e a manipulação constante de pigmentos, objectos, e das próprias ondas sonoras em projecções da artista plástica Mariana Marques.»
(by Rui Dâmaso)

«O Morto é o pseudónimo utilizado para o projecto de composição de Mestre André, aliando a improvisação livre e gravação de campo à música electroacústica.
O Morto nasce um homem morto, para que seja devorado pela vida da natureza exterior à sua condição humana, à sua condição de homem morto.
Na Zaratan, O Morto apresentará o seu segundo trabalho depois de uma edição de autor em formato cassete (Memento Mori – 2012), “The Forest, the People and the Spirits”, uma composição octofónica que será editada em stereo cassete pela Discrepant, com data prevista de lançamento no início de 2016. Será também apresentada uma outra peça octofónica: “Core, Mantle, Crust”, sem previsão de lançamento em formato físico. Ambas as peças apresentadas foram compostas no Sonic Research Studio da Simon Fraser University, Burnaby, no Canadá.»
by Mestre André

«Lucas Almeida nasceu em 1981 e desde cedo adquiriu o gosto de desenhar. Tirando partido das influências que o rodeavam, desde a banda desenhada à pintura e cinema de animação. Tirou um curso de artes plásticas onde teve a oportunidade de explorar várias áreas de expressão. Apostando mais na criação de banda desenhada, em 2006 ganhou um prémio do concurso jovens criadores nesta categoria. Desde do ano 2000 que faz a publicação anual do fanzine “O Hábito faz o Monstro”. Percorrendo vários caminhos desde exposições colectivas, projecções de cinema experimental em pelicula de 16mm, desenho em tempo real durante concertos, pintura mural e em tela. Em 2009 fez um estágio em Nova Iorque na RobertBlackburn Printmaking Workshop e actualmente encontra-se a trabalhar em serigrafia, fazendo projectos pessoais paralelamente com encomendas.»

Entretanto já está disponível para escuta a mixtape que a ATR e a Stress.Fmprepararam com temas de algumas das bandas e músicos que já passaram ou ainda vão passar pelo terapêutico Novembro e o ruidoso Dezembro!
E também continua disponível o álbum ao vivo “Tourette” dos monstruosos Da Monstra, que inclui temas gravados durante a digressão que fizeram em Junho por Portugal e Espanha, organizada em parceria com a ATR!