Esta semana a ATR junta-se ao Damas e ao Mundo Quesadilla para apresentarem o MINI BRUTAL FEST, um mega-evento que decorrerá na quinta, sexta e sábado (28, 29 e 30 de Janeiro) no Damas e que contará com actuações do duo franco-italiano Putan Club, do cantautor italiano Gipsy Rufina, do ovni americano Le Ton Mité, do noise-rapper americano Walter Gross e do duo lisboeta The Orm, com showcase do one-man-band portuguêsThe Legendary Tigerman e com dj sets dos indescritíveis Kafunfo noSoundsystem, do imprevisível DJ Quesadilla e da psicadélica dupla Glenn Pires & Mr. Gönzo! (+ info aqui e em baixo)

Antes e depois disso Putan Club, Gipsy Rufina e Walter Gross terão mais algumas datas em Portugal: os Putan Club, depois de terem tocado no sábado passado no Porto (no  Cave 45), estarão na segunda (25 de Janeiro) em Braga (no Rock Star Pub), na quarta (27 de Janeiro) em Aveiro (no GrETUA), na quinta (28 de Janeiro) em Coimbra (no Salão Brazil) e no sábado (30 de Janeiro) em Sines (no Centro de Artes); o Gipsy Rufina estará na quinta (28 de Janeiro) em Leiria (no Chico Lobo), na sexta (29 de Janeiro) em Setúbal (noFestival Círculo de Jazz), no domingo (31 de Janeiro) em Coimbra (na Casa das Artes) e na próxima semana em Bragança (no Bô Bar Concerto no dia 2 de Fevereiro), em Vila Real (no Club de Vila Real no dia 3 de Fevereiro), em Viseu (no Zepplin no dia 4 de Fevereiro), no Porto (n’O Meu Mercedes no dia 5 de Fevereiro) e em Viana do Castelo (no Porta 93 no dia 6 de Fevereiro); e o Walter Gross estará na sexta (29 de Janeiro) em Montemor-o-Novo (nas Oficinas do Convento) e no sábado (30 de Janeiro) nas Caldas da Rainha (na Stronghold)! (+ info em baixo)

Entretanto a ATR estará também presente com a sua distro e os seus parceiros do Espaço Múltiplo (Zaratan e 1359) na Feira Morta, evento DIY que junta edições independentes, concertos, projecções vídeo, workshops e muito mais e que decorrerá na SMUP (Parede) este fim de semana (30 e 31 de Janeiro) das 15h às 20h! (+ info aqui)

E já está disponível a mixtape que a ATR e a stress.fm prepararam com temas de alguns dos projectos que passaram ou que ainda vão passar pelo início deste ruidoso ano!

Para Fevereiro para além das continuações do Bi-Ciclo na Zaratan (no dia 18 de Fevereiro com os projectos belgas Monte Isola e Half Asleep) e do ciclo de música improvisada da ATR no Damas (no dia 25 de Fevereiro com os Peixe Frito), haverá também o regresso à estrada dos infamesdUASsEMIcOLCHEIASiNVERTIDAS (para a digressão ibérica Karaoke Tour de 14 a 21 de Fevereiro). o regresso aos palcos dosdOISsEMIcIRCUITOSiNVERTIDOS (na Zaratan no dia 4 de Fevereiro com os monstruosos Da Monstra) e ainda o regresso do Um ao Molhe, festival itinerante de one-man-bands que conta com o apoio da ATR e com a participação do nosso indomável Catapulta! (+ info em breve)

MINI BRUTAL FEST
DAMAS

quinta-feira | 28 de Janeiro | a partir das 22h

Walter Gross (us/de)
The Orm (pt)
Kafunfo noSoundsystem (dj set)

sexta-feira | 29 de Janeiro | a partir das 22h

Putan Club (fr/it)
Le Ton Mité (us/be)
DJ Quesadilla (dj set)

sábado | 30 de Janeiro | a partir das 22h

Gipsy Rufina (it)
The Legendary Tigerman (pt)
Glenn Pires & Mr. Gönzo (dj set)

entrada livre mas limitada à capacidade do espaço

«The Orm é Tiago Silva e Filipe Felizardo. Tocam guitarra eléctrica juntos desde 2014. Para cada ocasião em que tocam, com ou sem público, não há premissa nem manifesto, sugestão, atitude, ou outro desígnio que não o conforto de ambos.»

«Walter Gross é uma força em si mesmo. Realizador de filmes, artista visual e mestre da desconstrução e da reapropriação de beats, a sua abordagem sem regras à experimentação freak-noise levou a colaborações com artistas como K-the-I???, Skrapez e Sole (co-fundador da editora Anticon) e a várias digressões nos Estados Unidos da América e na Europa, onde se encontra actualmente radicado e de onde vai destilando percussões mutiladas e vozes distorcidas a partir do seu laboratório claustrofóbico. A sua constante reinvenção é alimentada pela vastidão e diversidade de um espectro musical debilitante e também por uma cinemania e ambição implacáveis. Walter Gross apresenta-nos a sua visão da cena psych de Baltimore através de um trabalho em mosaico que é sistematicamente reconstruído, destruído e remontado com uma intensidade provocante que irá submeter as mentes e ouvidos de quem o ouvir.»

«Os Kafunfo noSoundsystem são mais uma faceta da hiperactiva Associação Terapêutica do Ruído. Munidos de gira-discos, alguma falta de bom senso e mau gosto q.b., atiram-se às agulhas em busca das pérolas e diamantes da história da música gravada, aterrorizando e surpreendendo os dançarinos mais incautos, incluindo aqueles que nem gostam de dançar.»

«Le Ton Mité é o efeito da Bélgica numa mente americana. Após 10 anos de vida neste país europeu, o músico e artista McCloud Zicmuse partilha a sua pesquisa sociológica acerca das tradições e música belgas, filtrada através de um espelho carregado de referências do sul dos Estados Unidos da América, de onde é originário. Depois de ter feito uma digressão por terras portuguesas em 2014 (que incluiu uma memorável actuação na primeira edição do Taina Fest em Lisboa) e de ter regressado no ano passado para duas semanas de trabalho missionário, onde nos ensinou a construir os seus iaeniaens, McCloud Zicmuse/Le Ton Mité volta ao nosso país para mais uma vez nos presentear com as suas revelações no campo da criação áudio-acústica: improvisações e composições mutiladas, bem formadas, imaturas e amadurecidas, feitas de cordas, fusões de metais, borrachas, madeiras e circuitos que utilizam diferentes fontes de energia, raiva, luz solar, silêncio e a pluralidade cromática do arco-íris. Podem esperar-se visitas a regiões remotas, chanson française, danças selvagens, momentos românticos mais calmos e caos, elementos que farão parte do seu álbum ”Passé Composé Futur Conditionnel”, a ser lançado este ano.»

«Putan Club é uma célula de resistência artística, iconoclasta e violenta, groovy e evidentemente sexy, caracterizada por um modo de actuar selvagem: voz, guitarra, baixo, computador, avant-rock, industrial, techno/dubstep e muita electricidade e suor, como numa descarga de alta voltagem. Actualmente constituída pelo músico francês François R. Cambuzat, mítico anti-herói do underground europeu (que para além deste projecto fundou grupos como osL’Enfance Rouge, os Kim Squad, os Gran Teatro Amaro ou os République du Sauvage) e pela jovem, mas experiente baixista italiana Gianna Greco (aos quais por vezes se junta a não menos mítica Lydia Lunch formando assim o Lydia Lunch’s Putan Club), esta célula de terrorismo sónico promete não deixar ninguém indiferente à sua passagem. Após centenas de concertos em todo o mundo e depois das inesquecíveis actuações no Amplifest, no Milhões de Festa, no Lounge, no Bartô e em tantos outros sítios, os Putan Club estão mais uma vez de regresso a Portugal e ao Damas, onde tocaram em Julho do ano passado.»

«DJ Quesadilla é Fábio Costa, ponta-de-lança da Lovers & Lollypops em Lisboa e mestre-de-cerimónias do Mundo Quesadilla, a residência mensal mais louca do Damas. Atrás, à frente, em cima e ao lado dos pratos é um verdadeiro mister, só não lhe peçam para escrever sobre ele próprio.»

«Gipsy Rufina é o projecto a solo do cantautor nómada Emiliano “Gipsy” Liberali. Originário de Santa Rufina, uma claustrofóbica aldeia no centro da Itália, Gipsy desejava ver o que havia para além das montanhas. Para além das montanhas estava Roma, onde tocou em diversas bandas da cena punk/hardcore dos anos 90. Mas rapidamente Roma se tornou demasiado pequena e Gipsy quis ver o que havia do outro lado do oceano. Uma vez cruzado o oceano, vagueou pelos Estados Unidos da América durante meses e começou a escrever canções com uma guitarra acústica que comprou em Chicago por 10 dólares. De regresso à Europa, depois de muitas viagens pelo mundo, Gipsy gravou a sua primeira maqueta com um gravador de quatro pistas em 2004 e começou a dedicar-se à música a tempo inteiro. Rapidamente a sua vida se transformou numa eterna digressão, seguindo o espírito dos antigos trovadores. Desde aí não tem parado, tocando as suas composições folk/blues um pouco por todo o lado, incluindo pelo nosso país, onde deixou óptimas recordações nas suas passagens em 2011 e 2013.»

«The Legendary Tigerman é a one-man-band de Paulo Furtado dos Wraygunn e dos extintos Tédio Boys. Activo desde o início deste milénio e com uma extensa lista de discos, concertos e colaborações, é actualmente acompanhado ao vivo pelo baterista Paulo Segadães e por vezes pelo saxofonista Pedro Cabrita.»

«Glenn Pires é o alter ego de Carlos Ferreira do heavy psych duo Asimov. Conhecedor de sons provenientes de arcas e baús de colecções de vinil pejados de raridades sessenteiras e setenteiras, Glenn Pires não é avesso a um pezinho de dança, um intensivo bamboleanço do corpo ou um bom headbanganço à antiga. Pelo contrário, Glenn Pires é ritmo e movimento. Escapar-lhe é escusado. Rendam-se antes à música que decide partilhar a quem estiver disposto a passar uma boa noite.»

«Mr. Gönzo é uma viagem inenarrável. Descrevê-lo é inútil. Experienciar um dj set já é outra história. Do fundo de um extenso caldeirão sónico, puxa o primal, o cool e o animal dentro de nós. Preparem a mente para um set cheio de groove e vibrações psicadélicas.»
«The Orm é Tiago Silva e Filipe Felizardo. Tocam guitarra eléctrica juntos desde 2014. Para cada ocasião em que tocam, com ou sem público, não há premissa nem manifesto, sugestão, atitude, ou outro desígnio que não o conforto de ambos.»

«Walter Gross é uma força em si mesmo. Realizador de filmes, artista visual e mestre da desconstrução e da reapropriação de beats, a sua abordagem sem regras à experimentação freak-noise levou a colaborações com artistas como K-the-I???, Skrapez e Sole (co-fundador da editora Anticon) e a várias digressões nos Estados Unidos da América e na Europa, onde se encontra actualmente radicado e de onde vai destilando percussões mutiladas e vozes distorcidas a partir do seu laboratório claustrofóbico. A sua constante reinvenção é alimentada pela vastidão e diversidade de um espectro musical debilitante e também por uma cinemania e ambição implacáveis. Walter Gross apresenta-nos a sua visão da cena psych de Baltimore através de um trabalho em mosaico que é sistematicamente reconstruído, destruído e remontado com uma intensidade provocante que irá submeter as mentes e ouvidos de quem o ouvir.»

«Os Kafunfo noSoundsystem são mais uma faceta da hiperactiva Associação Terapêutica do Ruído. Munidos de gira-discos, alguma falta de bom senso e mau gosto q.b., atiram-se às agulhas em busca das pérolas e diamantes da história da música gravada, aterrorizando e surpreendendo os dançarinos mais incautos, incluindo aqueles que nem gostam de dançar.»

«Le Ton Mité é o efeito da Bélgica numa mente americana. Após 10 anos de vida neste país europeu, o músico e artista McCloud Zicmuse partilha a sua pesquisa sociológica acerca das tradições e música belgas, filtrada através de um espelho carregado de referências do sul dos Estados Unidos da América, de onde é originário. Depois de ter feito uma digressão por terras portuguesas em 2014 (que incluiu uma memorável actuação na primeira edição do Taina Fest em Lisboa) e de ter regressado no ano passado para duas semanas de trabalho missionário, onde nos ensinou a construir os seus iaeniaens, McCloud Zicmuse/Le Ton Mité volta ao nosso país para mais uma vez nos presentear com as suas revelações no campo da criação áudio-acústica: improvisações e composições mutiladas, bem formadas, imaturas e amadurecidas, feitas de cordas, fusões de metais, borrachas, madeiras e circuitos que utilizam diferentes fontes de energia, raiva, luz solar, silêncio e a pluralidade cromática do arco-íris. Podem esperar-se visitas a regiões remotas, chanson française, danças selvagens, momentos românticos mais calmos e caos, elementos que farão parte do seu álbum ”Passé Composé Futur Conditionnel”, a ser lançado este ano.»

«Putan Club é uma célula de resistência artística, iconoclasta e violenta, groovy e evidentemente sexy, caracterizada por um modo de actuar selvagem: voz, guitarra, baixo, computador, avant-rock, industrial, techno/dubstep e muita electricidade e suor, como numa descarga de alta voltagem. Actualmente constituída pelo músico francês François R. Cambuzat, mítico anti-herói do underground europeu (que para além deste projecto fundou grupos como osL’Enfance Rouge, os Kim Squad, os Gran Teatro Amaro ou os République du Sauvage) e pela jovem, mas experiente baixista italiana Gianna Greco (aos quais por vezes se junta a não menos mítica Lydia Lunch formando assim o Lydia Lunch’s Putan Club), esta célula de terrorismo sónico promete não deixar ninguém indiferente à sua passagem. Após centenas de concertos em todo o mundo e depois das inesquecíveis actuações no Amplifest, no Milhões de Festa, no Lounge, no Bartô e em tantos outros sítios, os Putan Club estão mais uma vez de regresso a Portugal e ao Damas, onde tocaram em Julho do ano passado.»

«DJ Quesadilla é Fábio Costa, ponta-de-lança da Lovers & Lollypops em Lisboa e mestre-de-cerimónias do Mundo Quesadilla, a residência mensal mais louca do Damas. Atrás, à frente, em cima e ao lado dos pratos é um verdadeiro mister, só não lhe peçam para escrever sobre ele próprio.»

«Gipsy Rufina é o projecto a solo do cantautor nómada Emiliano “Gipsy” Liberali. Originário de Santa Rufina, uma claustrofóbica aldeia no centro da Itália, Gipsy desejava ver o que havia para além das montanhas. Para além das montanhas estava Roma, onde tocou em diversas bandas da cena punk/hardcore dos anos 90. Mas rapidamente Roma se tornou demasiado pequena e Gipsy quis ver o que havia do outro lado do oceano. Uma vez cruzado o oceano, vagueou pelos Estados Unidos da América durante meses e começou a escrever canções com uma guitarra acústica que comprou em Chicago por 10 dólares. De regresso à Europa, depois de muitas viagens pelo mundo, Gipsy gravou a sua primeira maqueta com um gravador de quatro pistas em 2004 e começou a dedicar-se à música a tempo inteiro. Rapidamente a sua vida se transformou numa eterna digressão, seguindo o espírito dos antigos trovadores. Desde aí não tem parado, tocando as suas composições folk/blues um pouco por todo o lado, incluindo pelo nosso país, onde deixou óptimas recordações nas suas passagens em 2011 e 2013.»

«The Legendary Tigerman é a one-man-band de Paulo Furtado dos Wraygunn e dos extintos Tédio Boys. Activo desde o início deste milénio e com uma extensa lista de discos, concertos e colaborações, é actualmente acompanhado ao vivo pelo baterista Paulo Segadães e por vezes pelo saxofonista Pedro Cabrita.»

«Glenn Pires é o alter ego de Carlos Ferreira do heavy psych duo Asimov. Conhecedor de sons provenientes de arcas e baús de colecções de vinil pejados de raridades sessenteiras e setenteiras, Glenn Pires não é avesso a um pezinho de dança, um intensivo bamboleanço do corpo ou um bom headbanganço à antiga. Pelo contrário, Glenn Pires é ritmo e movimento. Escapar-lhe é escusado. Rendam-se antes à música que decide partilhar a quem estiver disposto a passar uma boa noite.»

«Mr. Gönzo é uma viagem inenarrável. Descrevê-lo é inútil. Experienciar um dj set já é outra história. Do fundo de um extenso caldeirão sónico, puxa o primal, o cool e o animal dentro de nós. Preparem a mente para um set cheio de groove e vibrações psicadélicas.»

PUTAN CLUB (fr/it)
ElectronicIndustrialAvantRockTechnoDubstepSauvagerie

sábado | 23 de Janeiro | 22h30
+ Bezbog & Kikas
Cave 45
Rua das Oliveiras, 45 – Porto
entrada: 7 euros

segunda-feira | 25 de Janeiro | 22h
+ IIOIIIE + Projéctil SoundSystem
Rock Star Pub
Rua Nova de Santa Cruz, 23A – Braga
organizado por: Projéctil

quarta-feira | 27 Janeiro | 22h30
GrETUA
Universidade de Aveiro
entrada: 5 euros – normal / 4 euros – estudante
organizado por: A Negra

quinta-feira | 28 de Janeiro | 22h
Salão Brazil
entrada: 4 euros
Largo do Poço, 3 – 1º – Coimbra

sexta-feira | 29 de Janeiro | 23h
Damas
+ Le Ton Mité + DJ Quesadilla
Rua da Voz do Operário, 60 – Lisboa
entrada livre

sábado | 30 de Janeiro | 22h
Centro de Artes
Rua Cândido dos Reis – Sines
entrada: 5 euros

GIPSY RUFINA (it)
FolkBlues

quinta-feira | 28 de Janeiro | 22h
Chico Lobo
Praça Rodrigues Lobo, 5 – Leiria
entrada livre
organizado por: YAYAYEAH

sexta-feira | 29 de Janeiro | 21h30
+ Miguel Amado Group + Big Band dos alunos do Hot Club
Festival Círculo de Jazz
Sociedade Musical Capricho Setubalense
Rua da Sociedade Musical Capricho Setubalense
entrada: 3 euros / passe festival: 10 euros
com o apoio da Experimentáculo

sábado | 30 de Janeiro | 23h
+ The Legendary Tigerman + Glenn Pires & Mr. Gönzo
MINI BRUTAL FEST
Damas
Rua da Voz do Operário, 60
entrada livre

domingo | 31 de Janeiro | 17h
+ Grutera
Casa das Artes
Avenida Sá da Bandeira, 83 – Coimbra
organizado por: Condomínio Criativo
entrada: 4 euros

terça-feira | 2 de Fevereiro | 22h30
Bô Bar Concerto
Rua dos Combatentes da Grande Guerra – Bragança
organizado por: Dedos Biónicos
entrada: 3 euros

quarta-feira | 3 de Fevereiro | 23h
Club de Vila Real
Avenida Carvalho Araújo – Vila Real
organizado por: Dedos Biónicos
entrada: 3 euros

quinta-feira | 4 de Fevereiro | 22h
Zepplin
Chão do Mestre – Viseu
organizado por: Cadeira Amarela

sexta-feira | 5 de Fevereiro | 22h30
O Meu Mercedes
Rua Lada, 30 – Porto
organizado por: Festas Productions
entrada: 4 euros

sábado | 6 de Fevereiro | 22h30
Porta 93
Rua do Hospital Velho, 14 – Viana do Castelo
organizado por: NAAM
entrada livre

WALTER GROSS (us/de)
HipHopNoiseExperimental

quinta-feira | 28 de Janeiro | 23h
+ The Orm + Kafunfo noSoundsystem
MINI BRUTAL FEST
Damas
Rua da Voz do Operário, 60  – Lisboa
entrada livre

sexta-feira | 29 de Janeiro
Oficinas do Convento
Convento de São Francisco
Rua Carreira de São Francisco – Montemor-o-Novo

sábado | 30 de Janeiro | 23h
Stronghold
Antiga Moagem da Ceres
Rua Filinto Elísio – Caldas da Rainha
organizado por: Grémio Caldense
entrada: 2 euros