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Lançamento do split dSCi/PARPAR

18 de Novembro | domingo | 16h

dUASsEMIcOLCHEIASiNVERTIDAS (pt)
Parpar (pt)

Feira de Vinil de Lisboa
Mercado de Santa Clara – Campo de Santa Clara – Lisboa
entrada livre

Depois de terem partilhado os palcos em diversas ocasiões, incluindo na recente Ñekñek Tour, os infames dUASsEMIcOLCHEIASiNVERTIDAS (dSCi) e os intrépidos PARPAR preparam-se para editar um split em conjunto. Gravado pelo maestro Milo Gomberoff no seu estúdio Hukot em Barcelona em Outubro do ano passado durante a KsChNpSk Tour dos dSCi e a Tuktuk Tour dos PARPAR e misturado e masterizado pelo próprio nos meses seguintes, o disco será lançado em vinil no dia 18 de Novembro por ocasião da Feira de Vinil de Lisboa, evento que irá decorrer no Mercado de Santa Clara nos dias 16, 17 e 18 de Novembro.

A edição em vinil será feita numa parceria entre os colectivos Associação Terapêutica do Ruído (ATR) e A Besta e as editoras Epicericords (França), Et Mon Cul C’est Du Tofu? (França), Experimentáculo Records (Portugal), Gaffer Records (França), Lepers (Itália) e Panda Records (Tailândia), sendo que será também editado em versão digital pela ATR, A Besta, Lepers e pela netlabel portuguesa Enough Records.

O disco, que conta com o artwork de Katafu (Krafica), inclui 4 temas dos dSCi: os já bastante rodados “Jean-Louis is not a crime”, “Glut” e “Dr. Músculo” (aka “Mr. Muscle”, com a participação especial de Pedro Arelo dos PARPAR) e o novo “Benco”, versão completa do tema do lado B do single “Poda/Enco”editado em Janeiro deste ano; e 3 temas dos PARPAR com o convidado André Calvário (aka Jorge) no baixo: novas versões de “STOSTO” e “PAIPAI” e o novíssimo “HUKHUK”, que foi feito durante esta sessão de gravação (e que é a primeira improvisação do duo com um terceiro elemento).

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Esta sexta-feira (9 de Novembro) no Aposentadoria (ex-Banco) há a estreia em Lisboa do surpreendente rapper norte-americano Signor Benedick the Moor e o regresso da extravagante dupla francesa Daisy Mortem, seguido de um dj set das divinas maravilhosas Kosmik Kunts! (+ info em baixo e aqui)

E no dia 18 de Novembro haverá o lançamento do split em vinil dos infames dUASsEMIcOLCHEIASiNVERTIDAS (dSCi) e dos intrépidos Parpar na 2ª Edição da Feira de Vinil de Lisboa, evento que irá decorrer no Mercado de Santa Clara nos dias 16, 17 e 18 de Novembro.! (+ info em breve e aqui)

Entretanto este mês o terapeuta do ruído (e membro dos infames dSCi) Borisestará de volta aos palcos lisboetas em dois formatos: como Boris dos Bosquesno dia 16 no Má Língua num concerto inserido no ciclo Linguados Poetas, mostra de cantautores que está a decorrer neste espaço ao longo de Novembro e como Catapulta no dia 23 na Casa Virginie por ocasião da inauguração da exposição Tutti Fútil de Raf Cruz! (+ info em breve e aqui e ali)

E entretanto haverá também o regresso a Portugal do noisemaker tailandês Pisitakun que passou pelo nosso país em Março deste ano e que voltará durante este mês para vários concertos a serem anunciados brevemente! (+ info em breve)

9 de Novembro | sexta-feira | a partir das 22h

Signor Benedick the Moor (us)
Daisy Mortem (fr)
Kosmik Kunts (dj set)

Aposentadoria
Travessa Santo António à Sé, 10 – Lisboa
contribuição consciente: 3 euros

Signor Benedick the Moor é um rapper da Califórnia conhecido não só pela sua abordagem experimental e desconstrutiva do hip-hop, repleta de mudanças de estilos musicais e letras brutalmente poéticas, mas também pelas suas actuações altamente energéticas e pelas suas performances queer. Em plena digressão europeia com os franceses Daisy Mortem, vem pela primeira vez ao nosso país para apresentar o seu mais recente trabalho “CYBR.pnk // MFNST.dstnii”, que junta temas de duas mixtapes publicadas anteriormente e que foi lançado este ano pela Deathbomb Arc, editora de cassettes underground com a qual este músico norte-americano e outros projectos alienígenas como Death Grips, clipping. ou JPEGMAFIA têm colaborado frequentemente.

Os Daisy Mortem são a banda sonora de um sonho erótico que termina num massacre numa discoteca. Envolta numa estética burlesca e com uma energia sexual transbordante, a sonoridade deste duo francês passeia-se alegremente entre os ritmos kinky do electro mais hardcore e as atmosferas sombrias e obsessivas do pós-punk mais gótico, sem nunca perder de vista a noção de canção. Depois de terem partilhado o palco com projectos como The Garden, Les Trucs, Infecticide, JPEGMAFIA ou Lovataraxx, regressam a Lisboa para mostrarem um pouco do poderoso sucessor do seu primeiro EP “La vie c’est mort” de 2017, intitulado “Faits-Divers”, a ser editado em breve e do qual já pode ser escutado (e visto) o single “Arêtes”.

Kosmik Kunts são poderosas, místicas divinas maravilhosas, lascivas insolentes e ternurentas românticas invertebradas. Andam cientes das amarras que o patriarcado lhes impõe e enfrentam-nas de chifres em riste, mamilos em chamas e perante elas reviram os olhinhos com certo cinismo e muito enfado. Kosmik Kunts são o duo cósmico de Maria Daniela e Elizabete Francisca, que embora se deleitem especialmente com o malandrinho sotaque carioca, adoram todas as línguas e não têm preferência pelo género de quem as exercita. Nos seus dj sets ecoam gemidos de donzelas, gritos de guerreiras e lamentos de homens enfeitiçados.

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Esta sexta-feira (26 de Outubro) às 22h (!!!) os Ça e os seus gémeos Çub, o alter-ego mais electrónico desta banda francesa, estreiam-se em Lisboa com um concerto no Lounge, seguido de dj set do DJ Snake Radical! (+ info em baixo e aqui)
26 de Outubro | sexta-feira | 22h!!!

Ça (fr)
Çub (fr)

DJ Snake Radical (dj set)

Lounge
Rua da Moeda, 1 – Lisboa
entrada livre

Ça e Çub são duas versões de um mesmo grupo de mentes ternas e terroristas activo desde 2014 e proveniente de Lyon (França). Do lado Ça a sagradíssima trindade baixo-guitarra-bateria saltando inesperada e radicalmente entre as mais diversas sonoridades, algures entre o math-rock mais progressivo e o prog-rock mais matemático. E do lado Çub a vertente electrónica e dançável desta esquizofrenia sónica com a junção de um quarto elemento, o produtor Submarine FM, nas máquinas. Após centenas de concertos por todas as europas com ambos projectos, vêm pela primeira vez ao nosso país para nos apresentarem “Mon Tout petit Ça à moi S’est dévoilé Au grand jour Quand j’ai su le voir Sans lunettes”, o primeiro álbum dos Ça e “Musique Actuelle”, a estreia discográfica dos Çub, espécie de remistura violenta e electronificada de alguns dos temas dos dois primeiros EPs dos Ça.
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Esta terça-feira (9 de Outubro) a Associação Terapêutica do Ruído vai estar a organizar mais um concerto-jantar benefit com o intuito de angariar fundos para a sala de ensaios do Disgraça, espaço partilhado entre várias bandas incluindo os infames dUASsEMIcOLCHEIASiNVERTIDAS (dSCi)! Além do delicioso jantar vegano que os dSCi vão preparar, haverá também o regresso do grupo franco-sueco Neige Morte e a estreia do grupo russo Euglena! (+ info em baixo e aqui)

E no dia 26 de Outubro será a vez dos Ça e dos seus gémeos Çub, o alter-ego mais electrónico desta banda francesa, se estrearem em Portugal com um concerto no Lounge, seguido de dj set do DJ Snake Radical! (+ info em breve e aqui)

Entretanto no sábado (13 de Outubro) os terapeutas do ruído (e membros dos infames dSCi) Catapulta e Desmarques juntam-se mais uma vez em formato b2b para celebrar o 18º aniversário da C.O.S.A., espaço autónomo em Setúbal que continua a resistir! (+ info aqui)

E entretanto continua disponível a entrevista que Miguel Ramos fez aos terapeutas do ruído (e membros dos infames dSCi) Boris e Desmarques em Dezembro de 2015 e que pode ser escutada aqui!

9 de Outubro | terça-feira | a partir das 19h30

Neige Morte (fr/se)
Euglena (ru)

Benefit Sala de Ensaios
Disgraça
Rua da Penha de França, 217 – Lisboa
entrada: contribuições livres – mínimo 3 DIYs

Neige Morte é uma entidade obscura oriunda de Lyon (França) e Gotemburgo (Suécia), espécie de besta tricéfala imbuída de crueldade que se manifesta através de uma mistura hipotérmica e opressiva de black metal e noise, aparentemente enraizada em terroríficos rituais primitivos. Lentas e tortuosas passagens atmosféricas explodem em riffs gélidos vindos do black e do death metal mais progressivo, como uma ave de rapina que em vez de investir directamente ao pescoço da vítima, prefere persegui-la durante um longo período de tempo e atacá-la inesperadamente logo que os seus ouvidos parecem estar a familiarizar-se com a sonoridade bizarra e de difícil catalogação deste trio.
Regressam ao Disgraça depois do concerto brutal que deram em Janeiro do ano passado com os míticos Traumático Desmame, desta feita acompanhados pelos Euglenaquarteto de hardcore sombrio de São Petersburgo (Rússia) com quem andam a fazer uma digressão europeia.
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