Este domingo (14 de Fevereiro) os infamesdUASsEMIcOLCHEIASiNVERTIDAS (dSCi) regressam mais uma vez à estrada para a Karaoke Tour, digressão ibérica que os levará de volta a León, a convite do festival de experimentação sonora e visual TESLA e pelo caminho a mais alguns sítios por onde já tiveram o prazer de passar noutras ocasiões como oLiceo Mutante (Pontevedra), a Lata de Zinc (Oviedo) ou o Damas (Lisboa) e a novos sítios como a Real República do Bota-Abaixo (Coimbra), o O Meu Mercedes Bar (Porto), o Labranza (Bueu) ou o Stronghold (Caldas da Rainha)! (+ info em baixo e aqui)

Antes disso a ATR sugere: os concertos do cantautor folk Guillaume Maupin(que passou pela residência da ATR no RDA69 em 2014) e do quarteto de rock progressivo a-nimal   AMANHÃ (quinta-feira | 11 de Fevereiro) às 19h naZaratan (em parceria com o colectivo/editora A Besta)! E também o regresso aos palcos do quarteto de rock lo-fi Casal do Leste na sexta-feira (12 de Fevereiro) às 23h no Damas (seguido de dj set dos Älforjs)! (+ info aqui e aqui)

Na próxima semana haverá a continuação do Bi-Ciclo na Zaratan no dia 18 de Fevereiro (quinta-feira) com actuações dos projectos belgas Monte Isola e Half Asleep e com artwork de Guilherme Figueiredo! (+ info em baixo e aqui)

E na semana seguinte haverá também a continuação do ciclo de música improvisada da ATR no Damas no dia 25 de Fevereiro com concerto dos Peixe Frito, o quarteto de Paulo Chagas, Luis Guerreiro, Alvaro Rosso e Pedro Santo e com dj set de Miguel Sá! (+ info em breve)

Entretanto o Um ao Molhe, festival itinerante de one-man/woman-bands organizado pela Antes Cowboy que Toureiro com o apoio de várias entidades, incluindo a ATR, continua na estrada com paragens em diversas cidades! (+ info aqui)

dUASsEMIcOLCHEIASiNVERTIDAS @ KARAOKE TOUR

14 de Fevereiro | domingo | 16h
+ Lightning Rod’s “On the Run” Guitar Jam
Real República do Bota-Abaixo
Rua de São Salvador, 6 – Coimbra (pt)
entrada livre
organizado por: Prisma e Real República do Bota-Abaixo

15 de Fevereiro | segunda-feira | 22h
+ SSA
O Meu Mercedes Bar
Rua Lada, 30 – Porto (pt)
entrada: 4 euros
organizado por: Festas Productions

16 de Fevereiro | terça-feira | 21h30
Labranza
Meiro, 130 – Bueu (es)
entrada: 5 euros

17 de Fevereiro | quarta-feira
Liceo Mutante
Calle Rosalía de Castro, 100 – Pontevedra (es)

18 de Fevereiro | quinta-feira | 21h
Lata de Zinc
Calle Julián Cañedo – Oviedo (es)
entrada: 5 euros

19 de Fevereiro | sexta-feira
TESLABabylon
Calle de Santa Cruz, 10 – León (es)
entrada livre
organizado por: Producciones Infames)

20 de Fevereiro | sábado
TESLAMuseo de León
Plaza de Santo Domingo, 8 – León (es)
entrada livre
organizado por: Producciones Infames)

21 de Fevereiro | domingo | a partir das 15h
+ Monte Isola + Half Asleep + Desflorestação + Joana Guerra
Feira de Autor – Stronghold
Antiga Moagem da Ceres – Rua Filinto Elísio – Caldas da Rainha (pt)
entrada: 2 euros
organizado por: Grémio Caldense)

3 de Março | quinta-feira | 23h
+ Saur + Mais Vale Tarde Que Nunca dj set
Damas
Rua da Voz do Operário, 60 – Lisboa (pt)
entrada livre

Formados em 2007 pelas mesmas mentes doentias que criaram a hiperactivaAssociação Terapêutica do Ruído (ATR), entidade siamesa que se dedica à promoção de concertos DIY e à edição e distribuição de discos, osdUASsEMIcOLCHEIASiNVERTIDAS (dSCi) são um colectivo de terapeutas do ruído sediado em Lisboa que tem um cadastro quase tão extenso e intenso como a sua música: dois EPs (“I” em 2008 e “II” em 2009), uma cassete (“SADITREVNiSAIEHCLOcIMEsSAUd“ em 2010), um LP (“4” em 2012), uma split-tape (“dSCi/Cangarra” em 2013), dois álbuns ao vivo com o seu projecto paralelo de improvisação electroacústica dOISsEMIcIRCUITOSiNVERTIDOS, participações em inúmeras compilações, seis digressões europeias e centenas de concertos nas mais variadas situações e lugares e com os mais diversos grupos e músicos, isto sem falar de todos os outros projectos a que estão directa ou indirectamente ligados.
Para esta digressão os dSCi contam com os terapeutas Bernardo (contrabaixo & contra-indicações), Boris (quatro cordas & dupla personalidade), Desmarques (guitarra & feedbacks anestesiantes) e Raphael Soares (bateria & cirurgia estética) e também com todos os pacientes que estejam dispostos a partilhar o seu ruído terapêutico.
Bi-Ciclo #2
Ciclo de Concertos Duplos

quinta-feira | 18 de Fevereiro | 19h

Monte Isola (be)
Half Asleep (be)

Bi-Ciclo #2
Zaratan
Rua de São Bento, 432 – Lisboa
entrada livre para sócios – quota anual: 3 euros

Organizado pela Associação Terapêutica do Ruído em parceria com a Zaratan, o Bi-Ciclo acontece uma vez por mês e concentra numa tarde dois concertos a solo de música experimental. Por cada episódio do ciclo convidamos um artista a produzir um cartaz duplo, duas imagens em uma, propondo um diálogo directo inspirado nos intervenientes musicais do Bi-Ciclo. O artwork resultante deste convite é, como nos ciclos realizados anteriormente, impresso em risografia numa edição limitada assinada pelo artista. Para esta sessão o artista convidado é Guilherme Figueiredo.

«Monte Isola é o nome de uma ilha no meio de um lago no norte da Itália. E é também o nome que Myriam Pruvot, artista sonora radicada em Bruxelas, escolheu para o seu projecto a solo. O seu primeiro álbum “Niebla” foi lançado em 2013 pela editora francesa Wild Silence e resultou de uma viagem ao sul do Chile, onde foi inteiramente gravado. Inspirada por melodias populares e pelasmais peculiares formas de música, combinadas com ruídos e ritornelli, a sonoridade de Monte Isola joga com as noções de espaço e de duração e posiciona-se na fronteira entre a folk residual e a musique concrète. Ao vivo é actualmente acompanhada pelo multi-instrumentista Thomas “TSEG” (dosWhy the Eye).»

«Half Asleep é o projecto a solo que Valérie Leclercq, música originária de Bruxelas, criou em 2003 e que conta com cinco discos no currículo, editados maioritariamente pela francesa We Are Unique! Records, entre outras.Acústicas e introspectivas, as suas composições brincam com a ideia de uma música clássica abastardada, construída em torno de estruturas simultaneamente simples e complexas e adornada por ambiciosos, mas precários ornamentos vocais. Retirando inspiração de bandas sonoras de filmes e da sensação de suspensão do tempo, a sua música esboça (e deleita-se com) atmosferas de luz profunda e temores abafados. De momento encontra-se a trabalhar no seu sexto álbum “Book of Seconds”, cujo título é uma referência ao“Book of Days” de Meredith Monk e aos “Livros de Horas” da Idade Média. Em palco é acompanhada ocasionalmente pela sua irmã Oriane Leclercq

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Esta quinta-feira (4 de Fevereiro) os dOISsEMIcIRCUITOSiNVERTIDOS, o projecto paralelo de improvisação electroacústica dos infames dSCi e os monstruosos Da Monstra regressam aos palcos para se estrearem na Zaratan! (+ info em baixo e aqui)

E depois dos concertos em Leiria, Setúbal, Lisboa e Coimbra o cantautor italiano Gipsy Rufina prossegue a sua digressão pelo nosso país: terça (2 de Fevereiro) em Bragança (no Bô Bar Concerto), quarta (3 de Fevereiro) em Vila Real (no Club de Vila Real), quinta (4 de Fevereiro) em Viseu (no Zepplin), sexta (5 de Fevereiro) no Porto (n’O Meu Mercedes) e sábado (6 de Fevereiro) em Viana do Castelo (no Porta 93)! (+ info em baixo e aqui)

Entretanto o Um ao Molhe, festival itinerante de one-man/woman-bands organizado pela Antes Cowboy que Toureiro com o apoio de diversas entidades, incluindo a ATR, regressa à estrada a partir desta semana para a sua segunda edição: sexta (5 de Fevereiro) em Ponte de Lima (no Teatro Diogo Bernardes), sábado (6 de Fevereiro) em Lisboa (no Sabotage) e domingo (7 de Fevereiro) em Coimbra (no Aqui Base Tango)! O festival que decorrerá durante os próximos três meses, passará em muitas outras cidades e contará com a participação de inúmeros projectos a solo, incluindo o nosso indomávelCatapulta, que actua já este domingo em Coimbra! (+ info aqui e aqui)

Até ao fim do mês haverá também o regresso à estrada dos infamesdUASsEMIcOLCHEIASiNVERTIDAS para a digressão ibérica Karaoke Tour (que começará no dia 14 de Fevereiro em Coimbra e que terminará no dia 3 de Março em Lisboa)! E ainda a continuação do Bi-Ciclo na Zaratan (no dia 18 de Fevereiro com os projectos belgas Monte Isola e Half Asleep) e do ciclo de música improvisada da ATR no Damas (no dia 25 de Fevereiro com concerto dos Peixe Frito e dj set de Miguel Sá)! (+ info em breve)

E enquanto não chega a próxima edição, continua disponível para escuta amixtape que a ATR e a stress.fm prepararam com temas de algumas das bandas e músicos que passaram pelo início deste ruidoso ano!

quinta-feira | 4 de Fevereiro | 19h

dOISsEMIcIRCUITOSiNVERTIDOS (pt)
Da Monstra (pt)

Zaratan
Rua de São Bento, 432 – Lisboa
entrada livre para sócios – quota anual: 3 euros

 Formados em Dezembro de 2012 por ocasião da primeira edição do Familiar Fest Lisboa, um mini-festival de circuit bending e electrónica DIY organizado pela ATR e pelas entretanto extintas Flausina e Livraria Sá da Costa, osdOISsEMIcIRCUITOSiNVERTIDOS são constituídos por membros dos infamesdUASsEMIcOLCHEIASiNVERTIDAS (dSCi), que assim se apresentam em formato electroacústico, totalmente improvisado e sem remorsos.
Em 2013 editaram o seu segundo concerto “Live @ Auditório Carlos Paredes”através da Enough Records, netlabel para a qual já tinham contribuído com um tema na compilação “100 Years of Noise” e desde aí têm actuado com diversas formações e convidados nos mais variados eventos como o Pequeño Festival de Fuego (Alicante), o Microvolumes da Sonoscopia (Porto), o Stressando da Stress.Fm (Caldas da Rainha), o Derrube I da Prisma (Coimbra) ou a segunda edição do Familiar Fest (Lisboa).
Em 2015 participaram na (+) Uma noite d’A Besta (São Domingos de Rana), actuação da qual foram incluídos dois excertos na “Uma colectânea d’A Besta“ e tocaram na residência mensal da ATR no RDA69 (Lisboa), cuja gravação deu origem ao “Live at RDA69”, mais uma vez editado pela Enough Records e dedicado ao terapeuta do ruído (e membro dos dSCi e Da Monstra) João Capela, falecido em Fevereiro de 2014.

Da Monstra
Da Monstra é um grupo de música experimental que se alicerça na exploração do ruído e da harmonia musical, simples quando assim o pede e ruidoso quando necessário, aliado à projecção de imagem e luzes para maximizar o ambiente que se pretende transmitir.
Como grupo, Da Monstra aglomera três multi-instrumentistas que por entre feedbacks, volumes e melodias musicam os mais variados temas de forma a transmitir mensagens que nenhuma voz consegue. Uma outra vertente da banda é a construção de instrumentos artesanais que são usados nas performances ao vivo.
Estão de regresso aos palcos lisboetas depois da digressão ibérica que fizeram em Junho de 2015, que serviu de apresentação ao álbum “Arritmia”, lançado em cassete pela própria banda e dedicado ao terapeuta do ruído João Capela e que resultou no registo ao vivo “Tourette”, editado digitalmente em Novembro passado.

terça-feira | 2 de Fevereiro | 22h30
Bô Bar Concerto
Rua dos Combatentes da Grande Guerra – Bragança
organizado por: Dedos Biónicos
entrada: 3 euros

quarta-feira | 3 de Fevereiro | 23h
Club de Vila Real
Avenida Carvalho Araújo – Vila Real
organizado por: Dedos Biónicos
entrada: 3 euros

quinta-feira | 4 de Fevereiro | 22h
Zepplin
Chão do Mestre – Viseu
organizado por: Cadeira Amarela

sexta-feira | 5 de Fevereiro | 22h30
O Meu Mercedes
Rua Lada, 30 – Porto
organizado por: Festas Productions
entrada: 4 euros

sábado | 6 de Fevereiro | 22h30
Porta 93
Rua do Hospital Velho, 14 – Viana do Castelo
organizado por: NAAM
entrada livre

«Gipsy Rufina é o projecto a solo do cantautor nómada Emiliano “Gipsy” Liberali. Originário de Santa Rufina, uma claustrofóbica aldeia no centro da Itália, Gipsy desejava ver o que havia para além das montanhas. Para além das montanhas estava Roma, onde tocou em diversas bandas da cena punk/hardcore dos anos 90. Mas rapidamente Roma se tornou demasiado pequena e Gipsy quis ver o que havia do outro lado do oceano. Uma vez cruzado o oceano, vagueou pelos Estados Unidos da América durante meses e começou a escrever canções com uma guitarra acústica que comprou em Chicago por 10 dólares. De regresso à Europa, depois de muitas viagens pelo mundo, Gipsy gravou a sua primeira maqueta com um gravador de quatro pistas em 2004 e começou a dedicar-se à música a tempo inteiro. Rapidamente a sua vida se transformou numa eterna digressão, seguindo o espírito dos antigos trovadores. Desde aí não tem parado, tocando as suas composições folk/blues um pouco por todo o lado, incluindo pelo nosso país, onde deixou óptimas recordações nas suas passagens em 2011 e 2013.»
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Esta semana a ATR junta-se ao Damas e ao Mundo Quesadilla para apresentarem o MINI BRUTAL FEST, um mega-evento que decorrerá na quinta, sexta e sábado (28, 29 e 30 de Janeiro) no Damas e que contará com actuações do duo franco-italiano Putan Club, do cantautor italiano Gipsy Rufina, do ovni americano Le Ton Mité, do noise-rapper americano Walter Gross e do duo lisboeta The Orm, com showcase do one-man-band portuguêsThe Legendary Tigerman e com dj sets dos indescritíveis Kafunfo noSoundsystem, do imprevisível DJ Quesadilla e da psicadélica dupla Glenn Pires & Mr. Gönzo! (+ info aqui e em baixo)

Antes e depois disso Putan Club, Gipsy Rufina e Walter Gross terão mais algumas datas em Portugal: os Putan Club, depois de terem tocado no sábado passado no Porto (no  Cave 45), estarão na segunda (25 de Janeiro) em Braga (no Rock Star Pub), na quarta (27 de Janeiro) em Aveiro (no GrETUA), na quinta (28 de Janeiro) em Coimbra (no Salão Brazil) e no sábado (30 de Janeiro) em Sines (no Centro de Artes); o Gipsy Rufina estará na quinta (28 de Janeiro) em Leiria (no Chico Lobo), na sexta (29 de Janeiro) em Setúbal (noFestival Círculo de Jazz), no domingo (31 de Janeiro) em Coimbra (na Casa das Artes) e na próxima semana em Bragança (no Bô Bar Concerto no dia 2 de Fevereiro), em Vila Real (no Club de Vila Real no dia 3 de Fevereiro), em Viseu (no Zepplin no dia 4 de Fevereiro), no Porto (n’O Meu Mercedes no dia 5 de Fevereiro) e em Viana do Castelo (no Porta 93 no dia 6 de Fevereiro); e o Walter Gross estará na sexta (29 de Janeiro) em Montemor-o-Novo (nas Oficinas do Convento) e no sábado (30 de Janeiro) nas Caldas da Rainha (na Stronghold)! (+ info em baixo)

Entretanto a ATR estará também presente com a sua distro e os seus parceiros do Espaço Múltiplo (Zaratan e 1359) na Feira Morta, evento DIY que junta edições independentes, concertos, projecções vídeo, workshops e muito mais e que decorrerá na SMUP (Parede) este fim de semana (30 e 31 de Janeiro) das 15h às 20h! (+ info aqui)

E já está disponível a mixtape que a ATR e a stress.fm prepararam com temas de alguns dos projectos que passaram ou que ainda vão passar pelo início deste ruidoso ano!

Para Fevereiro para além das continuações do Bi-Ciclo na Zaratan (no dia 18 de Fevereiro com os projectos belgas Monte Isola e Half Asleep) e do ciclo de música improvisada da ATR no Damas (no dia 25 de Fevereiro com os Peixe Frito), haverá também o regresso à estrada dos infamesdUASsEMIcOLCHEIASiNVERTIDAS (para a digressão ibérica Karaoke Tour de 14 a 21 de Fevereiro). o regresso aos palcos dosdOISsEMIcIRCUITOSiNVERTIDOS (na Zaratan no dia 4 de Fevereiro com os monstruosos Da Monstra) e ainda o regresso do Um ao Molhe, festival itinerante de one-man-bands que conta com o apoio da ATR e com a participação do nosso indomável Catapulta! (+ info em breve)

MINI BRUTAL FEST
DAMAS

quinta-feira | 28 de Janeiro | a partir das 22h

Walter Gross (us/de)
The Orm (pt)
Kafunfo noSoundsystem (dj set)

sexta-feira | 29 de Janeiro | a partir das 22h

Putan Club (fr/it)
Le Ton Mité (us/be)
DJ Quesadilla (dj set)

sábado | 30 de Janeiro | a partir das 22h

Gipsy Rufina (it)
The Legendary Tigerman (pt)
Glenn Pires & Mr. Gönzo (dj set)

entrada livre mas limitada à capacidade do espaço

«The Orm é Tiago Silva e Filipe Felizardo. Tocam guitarra eléctrica juntos desde 2014. Para cada ocasião em que tocam, com ou sem público, não há premissa nem manifesto, sugestão, atitude, ou outro desígnio que não o conforto de ambos.»

«Walter Gross é uma força em si mesmo. Realizador de filmes, artista visual e mestre da desconstrução e da reapropriação de beats, a sua abordagem sem regras à experimentação freak-noise levou a colaborações com artistas como K-the-I???, Skrapez e Sole (co-fundador da editora Anticon) e a várias digressões nos Estados Unidos da América e na Europa, onde se encontra actualmente radicado e de onde vai destilando percussões mutiladas e vozes distorcidas a partir do seu laboratório claustrofóbico. A sua constante reinvenção é alimentada pela vastidão e diversidade de um espectro musical debilitante e também por uma cinemania e ambição implacáveis. Walter Gross apresenta-nos a sua visão da cena psych de Baltimore através de um trabalho em mosaico que é sistematicamente reconstruído, destruído e remontado com uma intensidade provocante que irá submeter as mentes e ouvidos de quem o ouvir.»

«Os Kafunfo noSoundsystem são mais uma faceta da hiperactiva Associação Terapêutica do Ruído. Munidos de gira-discos, alguma falta de bom senso e mau gosto q.b., atiram-se às agulhas em busca das pérolas e diamantes da história da música gravada, aterrorizando e surpreendendo os dançarinos mais incautos, incluindo aqueles que nem gostam de dançar.»

«Le Ton Mité é o efeito da Bélgica numa mente americana. Após 10 anos de vida neste país europeu, o músico e artista McCloud Zicmuse partilha a sua pesquisa sociológica acerca das tradições e música belgas, filtrada através de um espelho carregado de referências do sul dos Estados Unidos da América, de onde é originário. Depois de ter feito uma digressão por terras portuguesas em 2014 (que incluiu uma memorável actuação na primeira edição do Taina Fest em Lisboa) e de ter regressado no ano passado para duas semanas de trabalho missionário, onde nos ensinou a construir os seus iaeniaens, McCloud Zicmuse/Le Ton Mité volta ao nosso país para mais uma vez nos presentear com as suas revelações no campo da criação áudio-acústica: improvisações e composições mutiladas, bem formadas, imaturas e amadurecidas, feitas de cordas, fusões de metais, borrachas, madeiras e circuitos que utilizam diferentes fontes de energia, raiva, luz solar, silêncio e a pluralidade cromática do arco-íris. Podem esperar-se visitas a regiões remotas, chanson française, danças selvagens, momentos românticos mais calmos e caos, elementos que farão parte do seu álbum ”Passé Composé Futur Conditionnel”, a ser lançado este ano.»

«Putan Club é uma célula de resistência artística, iconoclasta e violenta, groovy e evidentemente sexy, caracterizada por um modo de actuar selvagem: voz, guitarra, baixo, computador, avant-rock, industrial, techno/dubstep e muita electricidade e suor, como numa descarga de alta voltagem. Actualmente constituída pelo músico francês François R. Cambuzat, mítico anti-herói do underground europeu (que para além deste projecto fundou grupos como osL’Enfance Rouge, os Kim Squad, os Gran Teatro Amaro ou os République du Sauvage) e pela jovem, mas experiente baixista italiana Gianna Greco (aos quais por vezes se junta a não menos mítica Lydia Lunch formando assim o Lydia Lunch’s Putan Club), esta célula de terrorismo sónico promete não deixar ninguém indiferente à sua passagem. Após centenas de concertos em todo o mundo e depois das inesquecíveis actuações no Amplifest, no Milhões de Festa, no Lounge, no Bartô e em tantos outros sítios, os Putan Club estão mais uma vez de regresso a Portugal e ao Damas, onde tocaram em Julho do ano passado.»

«DJ Quesadilla é Fábio Costa, ponta-de-lança da Lovers & Lollypops em Lisboa e mestre-de-cerimónias do Mundo Quesadilla, a residência mensal mais louca do Damas. Atrás, à frente, em cima e ao lado dos pratos é um verdadeiro mister, só não lhe peçam para escrever sobre ele próprio.»

«Gipsy Rufina é o projecto a solo do cantautor nómada Emiliano “Gipsy” Liberali. Originário de Santa Rufina, uma claustrofóbica aldeia no centro da Itália, Gipsy desejava ver o que havia para além das montanhas. Para além das montanhas estava Roma, onde tocou em diversas bandas da cena punk/hardcore dos anos 90. Mas rapidamente Roma se tornou demasiado pequena e Gipsy quis ver o que havia do outro lado do oceano. Uma vez cruzado o oceano, vagueou pelos Estados Unidos da América durante meses e começou a escrever canções com uma guitarra acústica que comprou em Chicago por 10 dólares. De regresso à Europa, depois de muitas viagens pelo mundo, Gipsy gravou a sua primeira maqueta com um gravador de quatro pistas em 2004 e começou a dedicar-se à música a tempo inteiro. Rapidamente a sua vida se transformou numa eterna digressão, seguindo o espírito dos antigos trovadores. Desde aí não tem parado, tocando as suas composições folk/blues um pouco por todo o lado, incluindo pelo nosso país, onde deixou óptimas recordações nas suas passagens em 2011 e 2013.»

«The Legendary Tigerman é a one-man-band de Paulo Furtado dos Wraygunn e dos extintos Tédio Boys. Activo desde o início deste milénio e com uma extensa lista de discos, concertos e colaborações, é actualmente acompanhado ao vivo pelo baterista Paulo Segadães e por vezes pelo saxofonista Pedro Cabrita.»

«Glenn Pires é o alter ego de Carlos Ferreira do heavy psych duo Asimov. Conhecedor de sons provenientes de arcas e baús de colecções de vinil pejados de raridades sessenteiras e setenteiras, Glenn Pires não é avesso a um pezinho de dança, um intensivo bamboleanço do corpo ou um bom headbanganço à antiga. Pelo contrário, Glenn Pires é ritmo e movimento. Escapar-lhe é escusado. Rendam-se antes à música que decide partilhar a quem estiver disposto a passar uma boa noite.»

«Mr. Gönzo é uma viagem inenarrável. Descrevê-lo é inútil. Experienciar um dj set já é outra história. Do fundo de um extenso caldeirão sónico, puxa o primal, o cool e o animal dentro de nós. Preparem a mente para um set cheio de groove e vibrações psicadélicas.»
«The Orm é Tiago Silva e Filipe Felizardo. Tocam guitarra eléctrica juntos desde 2014. Para cada ocasião em que tocam, com ou sem público, não há premissa nem manifesto, sugestão, atitude, ou outro desígnio que não o conforto de ambos.»

«Walter Gross é uma força em si mesmo. Realizador de filmes, artista visual e mestre da desconstrução e da reapropriação de beats, a sua abordagem sem regras à experimentação freak-noise levou a colaborações com artistas como K-the-I???, Skrapez e Sole (co-fundador da editora Anticon) e a várias digressões nos Estados Unidos da América e na Europa, onde se encontra actualmente radicado e de onde vai destilando percussões mutiladas e vozes distorcidas a partir do seu laboratório claustrofóbico. A sua constante reinvenção é alimentada pela vastidão e diversidade de um espectro musical debilitante e também por uma cinemania e ambição implacáveis. Walter Gross apresenta-nos a sua visão da cena psych de Baltimore através de um trabalho em mosaico que é sistematicamente reconstruído, destruído e remontado com uma intensidade provocante que irá submeter as mentes e ouvidos de quem o ouvir.»

«Os Kafunfo noSoundsystem são mais uma faceta da hiperactiva Associação Terapêutica do Ruído. Munidos de gira-discos, alguma falta de bom senso e mau gosto q.b., atiram-se às agulhas em busca das pérolas e diamantes da história da música gravada, aterrorizando e surpreendendo os dançarinos mais incautos, incluindo aqueles que nem gostam de dançar.»

«Le Ton Mité é o efeito da Bélgica numa mente americana. Após 10 anos de vida neste país europeu, o músico e artista McCloud Zicmuse partilha a sua pesquisa sociológica acerca das tradições e música belgas, filtrada através de um espelho carregado de referências do sul dos Estados Unidos da América, de onde é originário. Depois de ter feito uma digressão por terras portuguesas em 2014 (que incluiu uma memorável actuação na primeira edição do Taina Fest em Lisboa) e de ter regressado no ano passado para duas semanas de trabalho missionário, onde nos ensinou a construir os seus iaeniaens, McCloud Zicmuse/Le Ton Mité volta ao nosso país para mais uma vez nos presentear com as suas revelações no campo da criação áudio-acústica: improvisações e composições mutiladas, bem formadas, imaturas e amadurecidas, feitas de cordas, fusões de metais, borrachas, madeiras e circuitos que utilizam diferentes fontes de energia, raiva, luz solar, silêncio e a pluralidade cromática do arco-íris. Podem esperar-se visitas a regiões remotas, chanson française, danças selvagens, momentos românticos mais calmos e caos, elementos que farão parte do seu álbum ”Passé Composé Futur Conditionnel”, a ser lançado este ano.»

«Putan Club é uma célula de resistência artística, iconoclasta e violenta, groovy e evidentemente sexy, caracterizada por um modo de actuar selvagem: voz, guitarra, baixo, computador, avant-rock, industrial, techno/dubstep e muita electricidade e suor, como numa descarga de alta voltagem. Actualmente constituída pelo músico francês François R. Cambuzat, mítico anti-herói do underground europeu (que para além deste projecto fundou grupos como osL’Enfance Rouge, os Kim Squad, os Gran Teatro Amaro ou os République du Sauvage) e pela jovem, mas experiente baixista italiana Gianna Greco (aos quais por vezes se junta a não menos mítica Lydia Lunch formando assim o Lydia Lunch’s Putan Club), esta célula de terrorismo sónico promete não deixar ninguém indiferente à sua passagem. Após centenas de concertos em todo o mundo e depois das inesquecíveis actuações no Amplifest, no Milhões de Festa, no Lounge, no Bartô e em tantos outros sítios, os Putan Club estão mais uma vez de regresso a Portugal e ao Damas, onde tocaram em Julho do ano passado.»

«DJ Quesadilla é Fábio Costa, ponta-de-lança da Lovers & Lollypops em Lisboa e mestre-de-cerimónias do Mundo Quesadilla, a residência mensal mais louca do Damas. Atrás, à frente, em cima e ao lado dos pratos é um verdadeiro mister, só não lhe peçam para escrever sobre ele próprio.»

«Gipsy Rufina é o projecto a solo do cantautor nómada Emiliano “Gipsy” Liberali. Originário de Santa Rufina, uma claustrofóbica aldeia no centro da Itália, Gipsy desejava ver o que havia para além das montanhas. Para além das montanhas estava Roma, onde tocou em diversas bandas da cena punk/hardcore dos anos 90. Mas rapidamente Roma se tornou demasiado pequena e Gipsy quis ver o que havia do outro lado do oceano. Uma vez cruzado o oceano, vagueou pelos Estados Unidos da América durante meses e começou a escrever canções com uma guitarra acústica que comprou em Chicago por 10 dólares. De regresso à Europa, depois de muitas viagens pelo mundo, Gipsy gravou a sua primeira maqueta com um gravador de quatro pistas em 2004 e começou a dedicar-se à música a tempo inteiro. Rapidamente a sua vida se transformou numa eterna digressão, seguindo o espírito dos antigos trovadores. Desde aí não tem parado, tocando as suas composições folk/blues um pouco por todo o lado, incluindo pelo nosso país, onde deixou óptimas recordações nas suas passagens em 2011 e 2013.»

«The Legendary Tigerman é a one-man-band de Paulo Furtado dos Wraygunn e dos extintos Tédio Boys. Activo desde o início deste milénio e com uma extensa lista de discos, concertos e colaborações, é actualmente acompanhado ao vivo pelo baterista Paulo Segadães e por vezes pelo saxofonista Pedro Cabrita.»

«Glenn Pires é o alter ego de Carlos Ferreira do heavy psych duo Asimov. Conhecedor de sons provenientes de arcas e baús de colecções de vinil pejados de raridades sessenteiras e setenteiras, Glenn Pires não é avesso a um pezinho de dança, um intensivo bamboleanço do corpo ou um bom headbanganço à antiga. Pelo contrário, Glenn Pires é ritmo e movimento. Escapar-lhe é escusado. Rendam-se antes à música que decide partilhar a quem estiver disposto a passar uma boa noite.»

«Mr. Gönzo é uma viagem inenarrável. Descrevê-lo é inútil. Experienciar um dj set já é outra história. Do fundo de um extenso caldeirão sónico, puxa o primal, o cool e o animal dentro de nós. Preparem a mente para um set cheio de groove e vibrações psicadélicas.»

PUTAN CLUB (fr/it)
ElectronicIndustrialAvantRockTechnoDubstepSauvagerie

sábado | 23 de Janeiro | 22h30
+ Bezbog & Kikas
Cave 45
Rua das Oliveiras, 45 – Porto
entrada: 7 euros

segunda-feira | 25 de Janeiro | 22h
+ IIOIIIE + Projéctil SoundSystem
Rock Star Pub
Rua Nova de Santa Cruz, 23A – Braga
organizado por: Projéctil

quarta-feira | 27 Janeiro | 22h30
GrETUA
Universidade de Aveiro
entrada: 5 euros – normal / 4 euros – estudante
organizado por: A Negra

quinta-feira | 28 de Janeiro | 22h
Salão Brazil
entrada: 4 euros
Largo do Poço, 3 – 1º – Coimbra

sexta-feira | 29 de Janeiro | 23h
Damas
+ Le Ton Mité + DJ Quesadilla
Rua da Voz do Operário, 60 – Lisboa
entrada livre

sábado | 30 de Janeiro | 22h
Centro de Artes
Rua Cândido dos Reis – Sines
entrada: 5 euros

GIPSY RUFINA (it)
FolkBlues

quinta-feira | 28 de Janeiro | 22h
Chico Lobo
Praça Rodrigues Lobo, 5 – Leiria
entrada livre
organizado por: YAYAYEAH

sexta-feira | 29 de Janeiro | 21h30
+ Miguel Amado Group + Big Band dos alunos do Hot Club
Festival Círculo de Jazz
Sociedade Musical Capricho Setubalense
Rua da Sociedade Musical Capricho Setubalense
entrada: 3 euros / passe festival: 10 euros
com o apoio da Experimentáculo

sábado | 30 de Janeiro | 23h
+ The Legendary Tigerman + Glenn Pires & Mr. Gönzo
MINI BRUTAL FEST
Damas
Rua da Voz do Operário, 60
entrada livre

domingo | 31 de Janeiro | 17h
+ Grutera
Casa das Artes
Avenida Sá da Bandeira, 83 – Coimbra
organizado por: Condomínio Criativo
entrada: 4 euros

terça-feira | 2 de Fevereiro | 22h30
Bô Bar Concerto
Rua dos Combatentes da Grande Guerra – Bragança
organizado por: Dedos Biónicos
entrada: 3 euros

quarta-feira | 3 de Fevereiro | 23h
Club de Vila Real
Avenida Carvalho Araújo – Vila Real
organizado por: Dedos Biónicos
entrada: 3 euros

quinta-feira | 4 de Fevereiro | 22h
Zepplin
Chão do Mestre – Viseu
organizado por: Cadeira Amarela

sexta-feira | 5 de Fevereiro | 22h30
O Meu Mercedes
Rua Lada, 30 – Porto
organizado por: Festas Productions
entrada: 4 euros

sábado | 6 de Fevereiro | 22h30
Porta 93
Rua do Hospital Velho, 14 – Viana do Castelo
organizado por: NAAM
entrada livre

WALTER GROSS (us/de)
HipHopNoiseExperimental

quinta-feira | 28 de Janeiro | 23h
+ The Orm + Kafunfo noSoundsystem
MINI BRUTAL FEST
Damas
Rua da Voz do Operário, 60  – Lisboa
entrada livre

sexta-feira | 29 de Janeiro
Oficinas do Convento
Convento de São Francisco
Rua Carreira de São Francisco – Montemor-o-Novo

sábado | 30 de Janeiro | 23h
Stronghold
Antiga Moagem da Ceres
Rua Filinto Elísio – Caldas da Rainha
organizado por: Grémio Caldense
entrada: 2 euros

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Um 2016 ruidoso (parte I)

Esta quinta-feira (14 de Janeiro) continua o ciclo de música improvisada da ATR no Damas com o trio Argue de José Bruno Parrinha, Luis Lopes e Ricardo Jacinto e dj set da dupla Rider & Técnico! (+ info em baixo e aqui)

E mais para o fim do mês teremos a estreia do noise-rapper americano (via Berlim) Walter Gross e também os regressos do cantautor italiano Gipsy Rufina, do ovni americano (via Bruxelas) Le Ton Mité e do incendiário duo franco-italiano Putan Club, que entre outras datas estarão todos presentes no MINI BRUTAL FEST, um mega-evento que decorrerá nos dias 28, 29 e 30 de Janeiro no Damas e que contará ainda com concertos do duo de guitarras noise The Orm e do lendário one-man-band The Legendary Tigerman e com dj sets dos indescritíveis Kafunfo noSoundsystem, do imprevisível DJ Quesadilla e da psicadélica dupla Glenn Pires & Mr. Gönzo, numa parceria entre a ATR, o Mundo Quesadilla e o Damas! (+ info em breve)

quinta-feira | 14 de Janeiro | 23h

Argue [José Bruno Parrinha | Luis Lopes | Ricardo Jacinto] (pt)

+ Rider & Técnico (dj set) @ Damas

(Rua da Voz do Operário, 60 – Lisboa / entrada livre)

Nesta quarta sessão do ciclo de concertos de música improvisada da ATR no Damas teremos a actuação do trio Argue de José Bruno Parrinha (saxofone alto/soprano e clarinete), Luis Lopes (guitarra eléctrica) e Ricardo Jacinto (violoncelo), seguido de dj set da dupla Rider & Técnico.

«José Bruno Parrinha, Luis Lopes e Ricardo Jacinto são três músicos emergentes do universo da música improvisada e experimental lisboeta. Investem no desenvolvimento de discursos musicais próprios, distintos, para depois serem aplicados em momentos casuais como é o caso deste triângulo totalmente equilátero. Individualmente desenvolvem diversos projectos com outros músicos, de variadas correntes, que se repercutem em grupos como: IKB, Why Note e Open Mind Ensemble (Parrinha); Humanization 4tet, Lisbon Berlin Trio e Big Bold Back Bone (Lopes); Cacto, Parque e Pinkdraft (Jacinto); entre outros. Desta forma, trazem a sua bagagem de experiências, para, nessa linha de pensamento, partilhar, estudar, evoluir, desafiando-se reciprocamente neste trio de ideias paradoxais, avesso a qualquer caminho pré-programado no momento, e que, como é imperativo, se mostra em concerto ao vivo, exponente máximo de desenvolvimento desta música.»

http://www.luislopes.pt/?page_id=1084

«DJs Rider & Técnico: um é o irmão perdido do DJ Ride, o outro é caloiro em engenharia de materiais. Juntos são dois terços dos Älforjs, separados são o yin e yang um do outro. Espere-se ritmo, sangue e suor.»

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…De um 2015 terapêutico para um 2016 ruidoso

 

E assim se passou mais um ano de plena hiperactividade terapêutica! Em 2015 a ATR esteve presente em mais de 80 concertos, sem contar com os inúmeros eventos em que esteve envolvida indirectamente! Claro que nada disto seria possível sem a preciosa participação de todos os colaboradores, músicos, espaços, promotores, editoras, colectivos, divulgadores e público em específico com quem tivemos o prazer de trabalhar ao longo deste ano (e durante todos estes anos)! Aqui fica mais um grande bem-haja ruidoso para todos!

No meio de toda esta hiperactividade é difícil destacar alguns momentos, mas não poderíamos deixar de mencionar a abertura do Espaço Múltiplo, espaço interdisciplinar que junta a ATR, a galeria Zaratan e a editora 1359, entidades cuja parceria já tinha dado frutos como o Ciclo Pré-Go (do qual foi lançado este ano uma pasta das risografias realizadas para este ciclo que inclui uma cassete com excertos dos concertos de cada interveniente) e as Sessões na Carvoaria e que após a inauguração do Espaço Múltiplo com o Festival Múltiplo, tem prosseguido com o Ciclo Três Três Três, os Finais de Tarde em São Bento e mais recentemente o Bi-Ciclo, que começou em Dezembro e que continuará nos próximos meses!

E de referir também a abertura de novos espaços como o Damas, com o qual a ATR tem colaborado desde a festa de inauguração em Abril (com as actuações do nosso indomável Catapulta e dos franceses Dianthus) e onde tem promovido diversos concertos, incluindo um ciclo de música improvisada que também continuará nos próximos meses! Ou o Disgraça, novo centro DIY que abriu em Setembro! E por outro lado o encerramento de espaços como a Casa Viva no Porto, o Mercado Negro em Aveiro ou o Bartô, onde a ATR teve o prazer de organizar inúmeros concertos nos últimos anos, que não fechou, mas que mudou de gerência…

E claro, os espaços com os quais a ATR continuou (ou começou) a cooperar regularmente como o Lounge, o RDA69 (apesar da residência mensal da ATR ter sido interrompida em Junho, depois de 19 edições por onde passaram dezenas de projectos e que começaram e terminaram da melhor maneira com a Trindade Suburbana: Asimov Folkways, Siago Tilva e Peter Wood), aSonoscopia no Porto, as Oficinas do Convento em Montemor-o-Novo, oProjéctil em Braga ou o Estudantino Café (com a colaboração do Luís Chaves) em Viseu, entre tantos outros! E também os promotores, editoras, colectivos e divulgadores com os quais a ATR está (ou passou a estar) intimamente ligada como a Dedos Biónicos, a Experimentáculo, A Giant Fern, a Enough Records, A Besta, a ZigurArtists, a MMMNNNRRRG, A Traineira, a Prisma, a Ya Ya Yeah, aFestas Productions, a Feira Morta, o Um ao Molhe, o Festival Praga, aArquitectura do Ruído ou a Stress.Fm, com a qual a ATR tem lançado váriasmixtapes/podcasts!

Por último a ATR gostaria de relembrar as edições às quais esteve associada este ano: para além do recém-editado “Bear With Me”, primeiro disco a solo do terapeuta do ruído (e membro dos dSCi) Zé Trigueiros, da cassete do Ciclo Pós-Go da Zaratan e do “Tourette”, registo ao vivo da digressão ibérica que os Da Monstra fizeram em Junho; a ATR editou através do seu bandcamp a“Kaüzpellaplatz II”, segundo volume da compilação de tributo ao terapeuta do ruído (e membro dos dSCi e dos Da Monstra) João Capela, a quem também foram dedicados este ano o álbum “Arritmia” dos Da Monstra, lançado em cassete pela própria banda e o “Live at RDA69” dosdOISsEMIcIRCUITOSiNVERTIDOS, gravação da actuação do projecto de improvisação electroacústica dos dSCi na residência mensal da ATR no RDA69, lançado em formato digial pela netlabel Enough Records.

Do lado dos infames dSCi este foi um ano bastante terapêutico, um pouco mais activo que o de 2014, muito menos hiperactivo que outros, mas nem por isso menos marcante: entre os dois concertos que deram no início do ano com os seus dOISsEMIcIRCUITOSiNVERTIDOS e que resultaram em duas edições (na“(+) uma noite d’A Besta” na Estudantina Recreativa de São Domingos de Ranaem Janeiro, do qual dois excertos foram publicados na “Uma colectânea d’A Besta”, onde também se encontram temas do nosso indomável Catapulta, dos espanhóis Raisa e de alguns dos projectos d’A Besta; e na residência mensal da ATR no RDA69 em Fevereiro com as participações especiais de krodelabestiolee Aude Barrio, cuja gravação foi editada no supramencionado “Live at RDA69”), os dSCi tocaram (com a participação especial do Jorge Nunes) no “Com um V na Volta”, evento de homenagem a Vítor Ribeiro (aka Maçariku) organizado pela Casa da Achada na Guilherme Cossoul em Janeiro.
Em Março embarcaram rumo aos desnortes com os camaradas Focolitus, Juan Inferno e Panelas Depressão para um par de concertos na saudosa Casa Viva no Porto e no Moinho de Silvalde! Em Maio juntaram-se à sua gémea siamesa ATR, à editora MMMNNNRRRG e aos suecos Memeewew para celebrarem os seus respectivos aniversários com uma mini-digressão ibérica que terminou no novo Damas e que contou com a incorporação de dois novos membros: Bernardo e Pedro Augusto (e com as participações especiais de Diogo Silva e Jorge Nunes)! Em Outubro despediram-se do Bartô com as participações especiais de Hezbó MC e LBC Soldjah e com mais um novo membro: Raphael Soares! E para terminar o ano estrearam-se no novo Disgraça!
2016 promete ser ruidoso: em breve regressarão à estrada para mais uma digressão ibérica, desta vez para participarem no TESLA, festival de música experimental de León… (+ info em breve)

E o início de 2016 também promete ser ruidoso para os lados da ATR: além da continuação do ciclo de música improvisada no Damas no dia 14 de Janeiro com o trio de Bruno Parrinha, Luís Lopes e Ricardo Jacinto (e do Bi-Ciclo naZaratan em data ainda por anunciar), teremos a estreia do noise-rapper americano (via Berlim) Walter Gross e os regressos a Portugal do cantautor italiano Gispy Rufina, do ovni americano (via Bruxelas) Le Ton Mité e do incendiário duo franco-italiano Putan Club, que entre outras datas estarão todos presentes no MINI BRUTAL FEST, um mega-evento que decorrerá nos dias 28, 29 e 30 de Janeiro no Damas e que contará ainda com actuações do duo de guitarras noise The Orm e do lendário one-man-band The Legendary Tigerman e com dj sets dos indescritíveis Kafunfo noSoundsystem, do imprevisível DJ Quesadilla e da psicadélica dupla Glenn Pires & Mr. Gönzo, numa parceria entre a ATR, o Mundo Quesadilla e o Damas! (+ info em breve)

Antes disso e para começar o ano em grande, a ATR sugere uma ida àAssociação Informal (nos arredores do Bombarral), onde no próximo sábado (9 de Janeiro) a partir das 18h há a segunda edição das Burning Sessions com concertos dos monstruosos Da Monstra, dos imparáveis Los Empty Heads e do nosso explosivo Gee Bees e uma exposição da Sara Franco! (+ info aqui e aqui)

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